A arte de recontar uma história musicada

Por Verônica Rocha

A arte de captar elementos de algo já existente para produzir algo novo não é nenhuma novidade. O termo “Nada se cria, tudo se copia” é mais presente do que parece. A começar pela moda que utiliza tendências do passado para criar algo “futurista”, a fotografia que nasceu da pintura, as músicas que hoje em dia são criticadas e acusadas de plágio.

A quantidade de remixes em todos os planos criados pelo homem é muito vasta, porém, algumas não são tão perceptíveis ao primeiro olhar.

Ao fazer análises de algumas músicas, é possível encontrar semelhanças na introdução de “Teatro dos Vampiros” (1991) da Banda Legião Urbana com “Light My Fire” (1966) da banda britânica, The Doors. São vinte e cinco anos de diferença entre as duas músicas, a época também era outra, assim como os valores, mas escute os primeiros segundos das duas canções.

Mas não só de semelhanças vivem os remixes. Existem artistas que escolhem uma música e colocam a sua identidade nela transformando-a por completo. Um exemplo clássico da adaptação, ou melhor, a “re-criação” de um projeto é a música “Sweet Dreams” do Eurythmics (1983) na versão de Marylin Manson (2005). Veja como ficou diferente:

Remix ou não, o importante é analisar que apesar das semelhanças a mudança, em alguns casos é sempre muito bem vinda.

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  1. Veronica,

    Boas lembranças musicais, gostei do post. Sugiro mexer no final, revisão e concluir pensamento, pois acho que terminou as pressas.
    abs

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